Um Indi em 2008 é o mesmo que sentir o cheiro daquela flor que você não sentia desde a infância ou ouvir aquela música que você não ouvia há 20 anos, coisas que fazem aflorar milhões de sentimentos separados por décadas, sensações há muito esquecidas, feridas há muito cicatrizadas. Ver um Indi hoje no cinema tem efeitos muito mais conspícuos que uma sessão de análise, com os méritos de que é mais barato e divertido.
Mis Spigott, falando a respeito de Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, que ainda não vi.
Sei não, acho que mais importante do que saber do que se gosta, é saber o quanto se suporta fazer o que não se gosta. Ou, encontrar um emprego em que os níveis de expectativa não sejam soterrados pelos níveis de frustração.
Léo, chegando a conclusão de que trabalhar com que se gosta não é hobby.
[...]não vejo como não observar: terá havido alguma época em toda a história na qual é possível viver num mundo de referências culturais absolutamente próprias? [...] com o aumento do mercado, da atividade capitalista, da aceleração das trocas, isto é, das compras e vendas, ficou infinitamente mais fácil escapar da “tirania do gosto” da sua própria época. [...] As modas sempre existiram e sempre existirão, mas [hoje em dia] você pode escapar delas com facilidade quase absoluta.
Pedro Sette Câmara, demonstrando com clareza que o capitalismo promove a libertação do gosto, graças às inúmeras opções oferecidas pelo mercado.
Quarta-feira, 28 Maio, 2008 às 11:47 pm |
olá Marcelo.
Dizem que não é de bom tom , mas olha, meu sorriso foi de orelha a orelha quando me vi citado aqui, num espaço que gosto e respeito muito!
E com que galera pra dividir espaço!
abs
Ps: sobre o Indy sou suspeito, mas gostei e muito!