When I was a boy, the bestselling books were often the books that were on your piano teacher’s shelf.
John Updike (1932-2009)
Confissão rápida: Não li John Updike. Sim, é sério. Apesar de ter As Bruxas de Eastwick (eu me recuso a usar o título nacional: O Sabá das Feiticeiras) aqui perto, jamais li dele mais do que alguns contos e algumas entrevistas. Aliás, ele detestava entrevistas: À Salon havia declarado que entrevistas são a “form to be loathed; a half-form like maggots”. Contrariando-o, reuni neste post algumas de suas entrevistas encontradas com facilidade na web.
The Art of Fiction 43, da Paris Review, em formato PDF. Onde se descobre que Updike já quis ser animador na Disney. Aliás, toda a série The Art of Fiction é imperdível, ainda escreverei um post a respeito.
Na The Nerve: Interessante e curta, abordando desde descrença na modernidade a reflexões sobre sexo oral (hein?).
Na The Salon: Mais antiga, dividida em duas partes.
Via Ricardo Lombardi, estas duas, ótimas: Martin Amis para o The Guardian e na Humanities.
Para encerrar, uma coleção de resenhas de seus livros no New York Times, escritas por gente como John Banville, Margaret Atwood e Joyce Carol Oates.
Quarta-feira, 4 Fevereiro, 2009 às 7:37 am |
Só posso dizer que a visita de Updike ao Brasil deixou seqüelas.
Ótimos linques, querido.
Beijos!
Quarta-feira, 4 Fevereiro, 2009 às 12:41 pm |
O pior livro dele ( acho que o único pior) é Inhame que ele escreveu quando esteve no Brasil e sobre o Brasil!!!
Há coisas aqui neste pais que contaminam mesmo álém da febre amarela e da meningite.
A.
Quarta-feira, 4 Fevereiro, 2009 às 11:39 pm |
marie,
Todo mundo que cai nesta terra, por destino, desejo ou engano, volta sequelado mesmo. Tem gente que até quer voltar! – estes são os casos mais complicados.
Abs!
Marcelo.
Quarta-feira, 4 Fevereiro, 2009 às 11:40 pm |
Ana,
Tudo o que li a respeito deste livro do Updike é que não era grande coisa. Ao menos nisso, ele entendeu direitinho o Brasil.
Abs!
Marcelo.