O Kindle é sonho de consumo de qualquer leitor. Apesar do modelo de documentos fechado e do preço relativamente alto (o novo DX de 9 polegadas custa quase 500 doletas), todo apreciador de literatura gostaria de ter acesso a comodidade de leitura e transporte, além do acesso a milhares de livros e jornais (pagos). Seria tudo ainda mais bacana se esta novidade tivesse chegado aqui no Bananão; infelizmente, a Amazon sempre aparece na boataria das próximas empresas .com a desembarcar por aqui, apenas para frustrar seus potenciais consumidores.
Graças ao e-mail de uma amiga, também fascinada pelo Kindle, descobri que existe uma forma, sim, de usá-lo no Brasil. Custa algum tempo e dedicação; e não dá para fazer uso da rede sem fio para baixar títulos – a cópia terá de ser pelo arroz-de-festa USB mesmo. Em resumo, a tramóia é a seguinte: Como a Amazon exige um endereço para entrega nos EUA, mesmo de produtos digitais, a dica é não comprar com cartão de crédito. Ao invés disso, adquirem-se gift cards, compram-se créditos para ele e depois os usamos para adquirir os livros desejados – mesmo assim, é preciso informar um endereço nos US and A, mas ele não será usado porque estaremos adquirindo um arquivo digital. Ainda é necessário conhecer alguém que possa trazer o Kindle para cá e que resida na terra de Marlboro, mas não é algo tão difícil.
Nesta reportagem da Folha Informática, o gerente de TI Antonio Carlos Silveira explica melhor como comprar livros do acervo da Amazon. Em seu blog, Miguel da Roca Cavalcanti analisa o Kindle e complementa o texto de Antonio sobre como usá-lo no Brasil.
Quarta-feira, 1 Julho, 2009 às 12:12 am |
Obrigado pelo link !
Abs. Miguel
PS: devo comprar um DX em breve
Quinta-feira, 2 Julho, 2009 às 11:48 pm |
Miguel,
Nós, loucos pelo Kindle, é que agradecemos pelo post. Espero comprar um até 2010 também…
Abs!
Marcelo.
Quinta-feira, 8 Outubro, 2009 às 7:56 am |
[...] Posts relacionados: Dá para usar o Kindle no Brasil? [...]
Quinta-feira, 8 Outubro, 2009 às 12:16 pm |
Tem de aparecer, e logo por aqui. Entre os 150.000 títulos deve haver muita coisa boa.
Ana