Que seja: 2008!

Sou bastante óbvio nas datas festivas (mesmo abominando a mais famosa delas nestes trópicos, o carnaval), então não posso exigir um post ligeiramente mais elaborado do que minha média. Na verdade, reconheço que não sei escrever sequer um cartão natalino; tudo o que penso me parece tolo demais, como se não valesse a pena escrevê-lo ou como se, ao escrever obviedades, estaria desmerecendo meu objeto de afeto. Mas é um equívoco meu, porque o que realmente importa num tolo cartão da Hallmark não é aquela mensagem piegas, mas o destinatário. É ele quem dará a devida importância a pequena mensagem, à carta enviada no último momento e até mesmo a felicitação que chegou atrasada. Se toda carta de amor é comprovadamente ridícula, há também algo de terno e aconchegante nos desejos efusivos e nada criativos de feliz Natal e feliz Ano Novo.

Digo que 2007 foi pessoalmente um bom ano. Melhor do que poderia espera, o que me faz agradecer e muito por ele. E me faz desejar aos amigos, visitantes identificados ou não deste blog, um 2008 melhor. Também, claro, agradecer a todos pela ótima companhia.

Eu avisei: não sei escrever sequer um cartão de Natal.

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