Na cama com os estreptococos

Confesso que, se pudesse, teria emendado o feriado de ano novo com estes três dias que ficaram pendurados no calendário desta semana. E, sim, fui atendido em meu pedido. Antes que você pense que sofri contaminação por alguma idiotia ao estilo O Segredo, saiba que fui atendido no melhor estilo A Pata do Macaco. Os estreptococos que vivem felizes na minha garganta (não me olha com essa cara de nojo; vivem na sua garganta e boca também) resolveram se rebelar e me garantiram uma febre de quase 40 graus, amígdalas inchadas a ponto de se tocarem, dor constante no corpo, ardor ao engolir qualquer alimento e uma dor de cabeça insistente desde a quarta-feira.

Apenas hoje, na tarde de sexta-feira, eles cederam aos antibióticos e analgésicos receitados pelos dois médicos que consultei. Soube de outros casos parecidos aqui em Belo Horizonte. Talvez seja uma daquelas “viroses” das quais se fala de tempos em tempos, mas um pouco mais forte do que a média. Enfim, felizmente, estou melhorando e consegui até terminar de ler um (bom) livro e vi um (bom de novo) filme. É sobre eles que desejo escrever, na falta de assunto melhor. Ou pior, claro: que tal mais detalhes sobre meus dias de cama?

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Uma resposta to “Na cama com os estreptococos”

  1. Mas… De novo? « Universo Tangente Says:

    […] interessantes para escrever aqui no blog e fui surpreendido por mais uma crise, parecida com a que tive no início do ano, mas desta vez bem mais branda. Paciência. Agora, de volta às […]

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