Os livros como assunto

O André Gazola, do Lendo.org, postou uma ótima lista de quatro dentro os mais caros livros do mundo (incluindo a primeira edição de Ulisses). São edições especiais, únicas ou raríssimas e o debate meio besta se eles valem o preço sugerido simplesmente não cabe aqui – valem pela curiosidade. Além dos quatro, ele fala de outra edição, tão rara quanto cara e bela.

Já no site da SuperInteressante, uma matéria cita também quatro livros misteriosos e curiosos: Os Livros do Destino, o Aurora, o Hypnerotomachia Poliphili e o Opera Omnia Paracelsi. Destes, talvez o mais fascinante seja o estranhíssimo Hypnerotomachia Poliphili: impresso em 1499, sua autoria é incerta, embora os especialistas tenham algumas opiniões bem embasadas para discordar nisso. Escrito em latim e italiano, com ilustrações que contêm alfabetos gregos e hebraicos, é talvez um dos mais raros e enigmáticos livros do mundo. Na Wikipedia há um um bom artigo a seu respeito; de qualquer forma, o MIT mantém desde 1997 (em se tratando de web, significa mais ou menos desde o pré-cambriano) uma versão digitalizada dele. Como era de se esperar, o livro já inspirou um romance no melhor estilo Dan Brown: The Rule of Four, de Ian Caldwell e Dustin Thomason, ex-alunos de Princeton e Harvard.

6 Respostas to “Os livros como assunto”

  1. poetriz Says:

    Interessante!
    Vou pesquisar esse livro (The Rule of Four), fiquei curiosa para saber do que se trata…

  2. André Gazola Says:

    Obrigado pela citação🙂

    Quanto ao Hypnerotomachia Poliphili, a história é realmente fascinante. Até li o The Rule of Four (O Enigma do Quatro, em português), mas… digamos que não mudou minha vida😉

    Abraços

  3. Marcelo Lopes Says:

    poetriz,

    Graças ao André, ficamos sabendo que o livro já saiu no Brasil com o título O Enigma do Quatro. Boa leitura!

    Abs!
    Marcelo.

  4. Marcelo Lopes Says:

    André,

    Eu, preguisoçamente não pesquisei sobre o livro em português. Obrigado pela lembrança! Agora tenho certeza de que é um bom livro para uma tarde fria e chuvosa, acompanhado por alguma bebida quente – ou seja, para passar o tempo.

    Abs!
    Marcelo.

  5. marie toruvel Says:

    Olha, marcelo, eu passo o tempo de outra forma, viu?🙂
    Tivesse eu grana, compraria o Joyce -que já li três vezes e entendi e gostei!, nem que fosse para colocar na cabeça e aprender a andar ereta.😉
    Um beijo.

  6. Marcelo Lopes Says:

    marie,

    vc já tem o Montanha Mágica, já dá para colocar na cabeça e aprender a andar ereta…😉

    Abs!
    Marcelo.

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